sábado, 15 de maio de 2010

Fundação imprime 261 mil livros de plástico reciclado


Além de mais resistentes, livros sintéticos economizam em 20% o uso de tinta em impressão/Foto Horia Varlan
Eles parecem feitos de papel "couché", são resistentes, permitem a escrita de caneta esferográfica, caneta de ponta porosa e grafite. Essa é a tecnologia do livro de plástico, feito de papel reciclado pós consumo, aqueles que já foram usados em sacolas, embalagens e rótulos.
A Fundação Paula Souza vai imprimir 261 mil livros didáticos com esse material, para ser utilizado nas escolas técnicas e FATECs do estado de São Paulo. Para isso serão usadas 170 toneladas de Vitopaper, nome comercial da matéria-prima. A tecnologia desenvolvida para a reutilização do plástico é da VITOPEL, terceira maior produtora de filmes flexíveis do mundo. 
A tecnologia utilizada na fabricação do papel sintético é a mesma que a dos filmes flexíveis de polipropileno, um plástico de fácil modelagem e coloração, utilizado na produção de embalagens de alimentos, tubos de cargas de canetas esferográficas, rótulos e até prancha de bodyboard.
Os novos livros terão características especias: impermeabilidade, resistência a rasgos e amassos, e uma economia de 20% na tinta de impressão, pois o plático absorve menos tinta do que o papel. Além disso, quando o conteúdo do livro estiver defasado ou o estrago for muito grande, eles também podem ser reciclados.

Redação EcoD

As novidades vão chegando e transformando os nossos antigos hábitos. Essa novidade do livro de plástico reciclado é realmente surpreendente.
Ana Ligia.

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