terça-feira, 8 de dezembro de 2009

VÍDEOS VARIADOS

IMAGENS E TEXTOS trouxe alguns vídeos para você. São vídeos variados, para todos os gostos.

A ave que dança com música egípcia é curioso - UNREGI STERED. O gato no garrafão é surpreendente, só vendo para acreditar no que ele faz - RTL DIVX, Gr Rinus. O circo - com Charlie Chaplin - 1928, é engraçado, confira você mesmo. O mágico e o coelho é um belíssimo trabalho de Walt Disney. Assim se dançava o rock - Rip it up, Owner - dá show num musical animado - Eanly Fitness Center - para aqueles que já dobraram o cabo da boa esperança, mas mantém o bom humor de sempre. Natal com Regina Casé e Robeto Carlos, traz um pouco de humor. Desenhando com as duas mãos, é surpreendente!!!... Mágica de Quarter Trick impressiona a platéia. Ilana Yahav - desenhando com areia - You've Got a Friend 2009. O pequeno filme é uma comédia: Mexeu com a minha mulher, mexeu comigo, muito bem feito. Wytwórnia Ayoy.

Espero que gostem. Abraços a todos,

Ana Ligia.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

CINEMA

IMAGENS E TEXTOS lembrou de trazer uma curiosidade a respeito do início do cinema, uma história curiosa! Espero que gostem. Vivemos uma época de transformações rápidas e constantes, nos distraindo a atenção com tantas novidades, que nos esquecemos de como tudo começou. Então, curtam essa história.

O cinema é uma ilusão de movimentos. A fita, com inúmeras fotos de instantes próximos, nos induz a interpretar os intervalos dessas fotografias, como sendo o movimento. Nossos olhos não diferenciam o movimento natural do movimento artificial. O cérebro humano faz a conexão inexistente entre as fotos estáticas, produzindo a ilusão de movimento, ou seja, vê o abstrato.
Não há uma data definida marcando o início do cinema, pois sempre houve a vontade de criá-lo. Sabemos que aqueles que o iniciaram, ou contribuiram de alguma forma para isso, foram os ilusionistas (mágicos), os curiosos e os oportunistas, que visavam conquistar bons negócios. De início, os homens de ciência não se interessaram pela novidade, pois acreditaram que o cinema seria uma continuação da fotografia, no sentido documental. Ilusionistas como Reynauld e Méliès, e industriais desejosos em tirar proveito da "fotografia animada" - como Edison e Lumière - vislumbraram uma oportunidade no cinema, como uma modalidade nova de espetáculo.
O público ficou maravilhado, o século XIX viu multidões encherem as salas escuras de projeções. Eram exibidas sombras chinesas ou fotografias, animadas ou não. Essas salas de projeções ganharam nomes diversos: phantasmagoria, lampascope, panorama, betamiorama, cyclorama, cosmorama, giorama, typorama, etc.
O início do cinema se deu com um processo de tentativas - erros e acertos - por mais ou menos duas décadas.

O cinema, como um novo sistema de expressão, conseguiu se impor ao ganhar forma industrial, constituindo um mundo paralelo ao da cultura oficial. Ele ganhou várias modalidades de espetáculos derivadas do circo, do carnaval, da magia, da pantomima, da feira de atrações, das aberrações, etc. As lentes de Le Roy, Edison, Paul, Skladanowsky e dos Lumière mostravam um mundo de variações constantes entre o elevado e o baixo, o sagrado e o profano, o masculino e o feminino. No início os filmes eram mostrados como curiosidades nos intevalos de apresentações de circos, feiras ou em carroças. Posteriormente, até os anos 60, eram exibidos em zonas suburbanas ou rurais, e em cidades pequenas do interior dos países economicamente atrasados. Nos grandes centros urbanos dos países industrializados a exibição de filmes se concentrou nas casas de espetáculos variados, onde também se podia comer, beber e dançar: Music-Halls na Inglaterra; Café-Concerts na França; Vaudevilles ou Smoking Concerts nos Estados Unidos. O cinema era mais uma atração entre outras oferecidas na época. Os filmes tinham duração de segundos, nunca ultrapassavam cinco minutos de exibição. A primeira década do cinema não possuía uma linguagem apropriada, sendo necessário uma explicação de um apresentador.
No período de 1895 até meados da primeira década do século XX os filmes registraram os números apresentados nas casas de espetáculos variados, ou contos de fadas, pornografia, etc. Eram classificados como "paisagens", "notícias", "incidentes", "mágicas", etc. O conteúdo dos filmes mostravam cinismo, perversão, e ainda ridicularizavam a autoridade com a inversão de valores morais. O grande herói desse período foi Charlie Chaplin com seus pequenos filmes, mais especificamente "O Vagabundo". Mais tarde, quase 20 anos depois, ele reaparece com o seu personagem Carlitos.

O público do cinema iniciante consistia de pessoas pobres, porque o cinema não refletia as aspirações da camada mais politizada, formada por operários do século XX (classe organizada em partidos e sindicatos).
As casas de diversões mostravam filmes com mulheres de maiôs colantes ou com roupas íntimas, em gestos provocantes. Nos Estados Unidos houve uma reação furiosa na virada do século, levando o governo a proibir as películas destinadas aos quinetoscópios. A guerra ao cinematógrafico chegou a um nível insuportável, forçando os industriais que investiam no setor, e uma minoria burguesa que atuava como: fotógrafo, cenógrafo, roteirista e diretor, a mudarem a realidade.
Buscou-se então um novo público, mais favorecido economicamente e com tempo disponível para assistir aos filmes, ou seja, a burguesia e a classe média.
Essa busca levou ao desenvolvimento de uma nova linguagem, os realizadores buscaram no romance e no teatro o modelo para o cinema. O diretor David W.Griffith levou à tela muitos escritores como Shakespeare, Dickens, Eliot, etc. O primeiro gênero tentado pelo cinema foi o "film d’art", um modelo da França. O gênero nasceu em 1908, com a estréia em Paris, do primeiro filme da companhia Films d’Art - L’assassinat du duc de Guise. Mas esse gênero de filme não conseguiu se impor como forma dramática autônoma, no sentido erudito do termo, e da eloqüência de outras formas expressivas (sobretudo o teatro). David W.Griffth, com seus dramas psicológicos de fundo moral, realizados no período em que esteve a serviço da Biograph, apontou para a direção de maior sucesso.Os vícios e os delírios do cinema anterior, embora constando ainda da tela, passaram a ser mostrados numa perspectiva salvacionista: o mal continuou sendo representado na tela, porém realçando o lado oposto, iluminado, o da virtude.
Assim foi o início do cinema, tão desejado e idealizado por muitos.

Bibliografia recomendada:
MACHADO, Arlindo – Pré-cinemas & pós-cinemas. Campinas/SP:Papirus, 1997.
SABADIN, Celso – Vocês ainda não ouviram nada. A barulhenta história do cinema mudo.São Paulo: Lemos Editorial, 1997.
COSTA, Flavia Cesarino. O primeiro cinema. São Paulo: Scritta, 1995.
XAVIER, Ismail – O Discurso Cinematográfico: A Opacidade e a Transparência. Paz e Terra: RJ, 1977.


Fotografia: iternet.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

eco4planet e a Arte de viver bem


Olha aí pessoal, existe uma Arte que não pode passar despercebida. Trata-se da Arte de viver bem. Mas é preciso viver bem conosco mesmos, com as outras pessoas e com a natureza em geral. Afinal, estamos todos interligados, residindo no mesmo planeta. A Terra é um planeta pequeno, e ao que tudo indica não temos vizinhos - mundos habitáveis ao nosso redor - para onde fugir se a coisa apertar por aqui. É hora de nos conscientizarmos de que este é o momento de fazer a nossa parte, a fim de ajudar a reverter os estragos que fizemos na natureza. Ou então, não teremos para onde ir, quando a Terra não oferecer mais condições de moradia. Apresento, a quem ainda não conhece, o site eco4planet. Ele utiliza o sistema Google™ Pesquisas Personalizadas. Ele acredita que pequenas ações diárias podem gerar economia de energia, resultando em menores gastos e vários outros benefícios.
Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores de acordo com o número de acessos ao portal. Você pode acompanhar o contador de árvores na página principal. Então não fique inerte, clic no site ecológico para ajudar a plantar mais árvores, colaborando com o meio ambiente.
http://www.eco4planet.com/pt/
O eco4planet informa maneiras criativas e úteis de ajudar no processo de reequilíbrio ecológico do planeta. Veja esta boa idéia:

Para excluir as tintas da etapa de fabricação das latinhas de bebidas, o designer Harc Lee projetou uma embalagem especial. Ela utiliza o próprio alumínio para criar um relevo, capaz de projetar a marca sem precisar imprimir absolutamente nada. Além de chamar a atenção dos consumidores, essas latinhas ajudam a reduzir os impactos ambientais causados pelo processo de coloração.O criador do projeto informa ainda, que essa técnica ajudará a diminuir os gastos com energia e facilitará o processo de reciclagem – já que não será necessário separar a tinta do alumínio - ou seja, serão salvas uma quantidade enorme de energia e de tinta, necessárias para fabricar latas coloridas. Em vez de tintas tóxicas, os fabricantes processarão o alumínio em uma máquina de prensagem, identificando a marca na superfície na lata”, conta Lee. Com essa idéia simples, o designer pretende reduzir o uso de produtos tóxicos, economizar recursos naturais e promover a consciência ambiental junto aos consumidores. Apesar disso, ele não informa quando o produto deixará de ser um protótipo e ir para as prateleiras dos supermercados. Os interessados podem entrar em contato pelo site ou pelos e-mails: info@7760.org (imprensa) e ryan@7760.org (comercial).
Os apaixonados por motocicletas que se preparem. A Mavizen acaba de apresentar seu novo projeto – a superesportiva Mavizen TTX02. Totalmente elétrica, essa moto de tirar o fôlego foi construída em cima do chassi da KTM RC8 e possui um sistema Linux com conexão a internet via Wi-Fi. Com seus motores elétricos ela é capaz de chegar a 210 km/h, com 65 km de autonomia.
Os dois motores têm uma potência de pico de cerca de 100hp e puxam a eletricidade de uma bateria de lítio-íon. Serão oferecidos três tipos diferentes de baterias, a maior delas com capacidade de 11kWh.
Além do design arrojado e da tecnologia verde, a TTX02 possui recursos de última geração. Entradas USB possibilitam a instalação rápida de qualquer acessório periférico e quando conectada à internet a moto poderá requisitar suporte técnico a qualquer momento. Seu painel com uma tela de LCD permite ainda acesso à Web pela conexão Wi-Fi. Já imaginou visitar o site do EcoD enquanto espera a bateria recarregar?
Os interessados em adquirir uma dessas já podem fazer a reserva. Pela bagatela de £25 mil, esses compradores poderão desfrutar de uma TTX02 a partir de março de 2010, quando as unidades começarem a ser entregues aos seus donos.
Especificações Técnicas da Mavizen TTX02:
Peso Seco: 110 kg sem as baterias
Altura do assento: 805 mm
Entre-eixos: ,430 mm
Cáster: 23.3°Trail: 90 mm
Suspensão dianteira: WP-USD, 43 mm
Curso da suspensão dianteira: 120 mm
Suspensão traseira: WP-Monoshock
Curso da suspensão traseira: 125 mm
Pneu dianteiro: 120/70-17
Pneu traseiro: 190/55-17
Freio dianteiro: Duplo disc. Brembo / 320 mm
Freio traseiro: disco Brembo / 220 mm
Espero que você tenha gostado desta matéria, o site eco4planet tem muitas informações criativas e úteis para você. Se desejar, deixe o seu comentário, informe sobre o que você gostaria de ler neste site. Abraços a todos, Ana Ligia.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Arte de Rua

Estátuas Vivas




Julian Beever
Julian Beever é um artista inglês, que faz desenhos bem humorados nas calçadas, usando giz pastel. Seus desenhos causam ilusão de ótica e parecem reais.









Arte de ser feliz

Dominar uma arte exige tempo, é preciso compreensão da arte, sensibilidade para utilizar o material necessário e extrema paciência para aprender as habilidades básicas. Para o artista da vida a exigência é a mesma. O poder individual existe em estado latende em cada um de nós, e ele nunca morre, jamais nos abandona. Esta a nossa disposição diariamente, sempre que estamos conscientes e desejamos nos envolver com entusiasmo no processo de viver. A vida esta pronta para partilhar os seus recursos conosco, use-os para ser feliz.

Ouça o que o psiquiatra e escritor - AUGUSTO CURY - tem a dizer sobre o assunto neste vídeo.

Abraços a todos,

Ana Ligia.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

JOSÉ FERRAZ POMPEU - meu professor de pintura e um grande paisagista de Campinas












Casa onde residia o artista - Vila Nova, Campinas BR
JOSÉ FERRAZ POMPEU
Nasceu em 02 de junho de 1915, em Limeira - SP, Brasil. Desde a infância gostava de desenhar nas horas de folga e na escola primária era solicitado a ilustrar as aulas, desenhando no quadro negro.
Em 1933, à convite do Prefeito de Limeira - Major Levy Sobrinho - expôs suas primeiras telas à óleo e também retratou as altas patentes que retornavam do fronte, após a Revolução Constitucionalista de 1932.
Em 15 de fevereiro de 1934 Pompeu mudou-se para Campinas, onde foi trabalhar como desenhista concursado, no Instituto Agronômico. Cabia-lhe executar cartazes e informativos sobre o combate a doenças e pragas, e também sobre a classificação genética das plantas na área do café.
Até 1950 o futuro paisagista desenha por hobby nas horas de folga, ocupando-se de perfis feitos com aguada e bico-de-pena, perfeitos como fotografias. A partir dessa data passa a assumir o seu lado artístico nato e introduz a aquarela e a tinta à óleo aos seus desenhos.
Em 1952 expõe suas obras no Teatro Municipal de Campinas, com desenhos , aquarelas e óleos, com motivos de tipos populares, ruas e paisagens de Campinas. Desse primeiro passo decorre uma série de exposições individuais e coletivas.
Por sua sensiblidade artística nata, autodidata, foi convidado a pintar com os pintores de sua época: Orestes Pezzotti, Aldo Cardarelli, Lobo, Eneas Dedecca, Franco Sachi, José Rincon, Mário de Oliveira, etc. Desde 1952 o artista percorre Campinas e seus arredores em busca de boas paisagens para pintar, aos domingos, feriados e nos dias de férias. Seu trabalho, como paisagista, retrata todo o desenvolvimento histórico e urbano da cidade de Campinas.
Em 13 de setembro de 1966 Pompeu se aposentou, passando a realizar o seu grande sonho, que era viver somente para a pintura. Ele viveu só e feliz, dividindo os seus dias entre a atividade da criação artística e as aulas que ministrava a seus alunos, entre eles Ana Ligia Freire da Silva.
Ganhador de 62 prêmios, entre ouro, prata e bronze, nos Salões de Artes, Pompeu possui cerca de cinco mil obras espalhadas pelo mundo, nos EUA, França, Suíça e Irã: em palácios; salas de residências importantes; na coleção do ex-governador Adhemar de Barros; do ex-presidente da República do Uruguai Heduardo Victor Haedo e mais tarde doado ao museu daquele país; no Vaticano, em Roma, obra pintada para presentear D.Agnello Rossi, quando da sua visita à Campinas e Jundiaí. O pintor se orgulhava por ter sido o primeiro pintor homenageado em vida, com uma placa de prata, pela Prefeitura Municipal de Campinas, durante o 4° Salão Acadêmico de Belas Artes, em 1988, e porque seus quadros foram presentes a pessoas ilustres.
O grande artísta foi um homem simples, de alma boa e híper simpático. Era de estatura pequena, o que lhe rendeu o diminutivo do nome, Pompeuzinho.
Faleceu em 2002, deixando saudades àqueles que o amavam.

Obrigada Sonia pelo seu comentário. Adorei saber que você foi aluna do Pompeu, ele foi um grande artista, não é mesmo? Eu gostaria de conhecê-la e quem sabe, pintar juntas no campo, o que você acha?
Abraços,
Ana Ligia.

domingo, 11 de outubro de 2009

Apresentação da Òpera BASTIEN and BASTIENNE








IMAGENS E TEXTOS mostra a apresentação da ÓPERA BASTIEN AND BASTIENNE, de Mozart (1768).
O público se divertiu com as desventuras da camponesa Bastienne, quando ela perde o namorado para uma nobre dama da cidade. Desesperada a jovem busca ajuda do Mago Colas, que a aconselha fingir indiferença, a fim de recuperar o seu amado. Ela coloca o conselho em prática, mas Bastien não entende o recado. Desgastado emocionalmente ele também procura o Mago Colas, confessando amar a jovem camponesa. Depois de ouví-lo atentamente este lhe informa que sua ex-namorada já ganhou um novo amante. A pedido de Bastien o Mago realiza os seus supostos feitiços, garantindo-lhe recuperar Bastienne. Porém o jovem camponês quase pratica o suicídio, porque Bastienne insiste em lhe ser indiferente. No final o casal reconhece os seus exageros e se reconcilia, celebrando o amor e a felicidade.
A Orquestra Sinfônica Jovem de Campinas tocou brilhantemente, trazendo ainda mais emoções às aflições vividas pelos camponeses Bastien e Bastienne. Como abertura a Orquestra interpretou a Sinfonia número 1, em Mi bemol Maior, também composta durante a infância de Mozart, em 1764.

ELENCO
Bastienne - Érika Andrade
Bastien - Guga Costa
Mago Colas - Demerval Keller
Diretor de Cena - Gustavo Valezi
ORQUESTRA SINFÔNICA JOVEM DE CAMPINAS
Criada em 2002.
MAESTRO - Akira Miyashiro
VIOLINOS
Iris Goulart
Catarina Marchiori
Carolina Marchiori
Ricardo Camatari
André Silva
Renan Pereira
Lucas Miranda
Rodnei Souza
VIOLAS
Rodrigo Gianessi
Danilo Miranda
Diego Munhoz
VIOLONCELOS
Geneses Oliveira
Lucas Bracher
CONTRABAIXO
Paulo Henrique Deuber
FLAUTAS
Marina Pierucci
Raul Menezes
TROMPAS
Bruno Cutolo
Valdevino de Almeida
FOTOGRAFIAS
João Maria Silva Júnior
jotaemsi@Yahoo.com.br
fone: 19-3228.1902
cel: 19-9125.2201
A Associação Orquestra Sinfônica Jovem de Campinas, através de seu Presidente - Maestro Akira Miyashiro - agradece a todos que foram aos locais das apresentações assistir a esta programação. Também deixa aqui registrado os seus agradecimentos à Contec Org. Contábil - Eduardo Bordinhon, Mário Santanna, Paulo Justi, Veridiana Benassi; Padre José Luís Araújo e Paróquia Santa Isabel; Banda Villa-Lobos de Indaiatuba; e Departamento de Artes Cênicas da UNICAMP.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

VÍDEOS

Não deixe de ver o clip do Rio de Janeiro, abaixo, comemorando as Olimpíadas de 2016.

A ARTE NÃO TEM IDADE

IMAGENS E TEXTOS lembrou de você, que já dobrou o cabo da boa esperança e adora curtir o passado.

A música "Dio, Come ti Amo" deu nome ao filme na década de 60 e foi um grande sucesso de bilheteria. A cantora Gigliola Cinquentti (nascida em 1947) aparece como atriz em início de carreira; na cena final vemos o ator Marc Damon dentro do avião.

No outro filme Chico Buarque de Holanda e o Quarteto Vocal MPB4 defendem a música "Roda Viva", de Chico Buarque, no III FESTIVAL DE MÚSICA BRASILEIRA, promovido pela TV Record - 1967.

Na sequência, Hurricane Smith (1923-2008) canta "Don't let it Die", música gravada há uns 40 anos atrás mas que se mantém atual. Observe a letra da música.

Encerrando esta volta ao passado conferimos o clip dos Beathes (ano 69) durante a gravação da música "Get Back". Este vídeo foi achado nos escombros da antiga gravadora dos Beathes - ABBEY ROAD STUDIOS. Dois artistas consagrados atualmente aparecem no vídeo: um deles é o grande pianista americano Billy Preston, no clip ele aparece como tecladista; o outro é Mick Jagger, líder do grupo, que na época, começava a fazer sucesso.






CURIOSIDADES


A música "La Traviata", de Giuseppe Verdi (1813-1901) foi lindamente animada neste clip, Choeur Bohémiens.




A "Chuva" aparece no clip criativamente interpretada. Infelizmente nem sempre eu recebo os filmes com os nomes de seus autores, etc. Porém eu gostaria muito de colocar os créditos neles. Se você conhece os autores desses vídeos, ou sabe algo importante sobre os artistas que aparecem neles, por favor, escrevam-me para que eu possa incluí-los aqui.


Outra curiosidade é o vídeo sobre o trabalho de Ilana Yahav, pois ela demonstra uma incível habilidade com a areia. http://www.sandfantasy.com/. Confira.






Curiosíssima é esta introdução do HINO NACIONAL BRASILEIRO!!!!!... Ana Arcanjo, nascida em Santos-SP, foi membro da Cruz Vermelha durante a Revolução Constitucionalista de 1932 e conta-nos sobre a letra da introdução do nosso Hino Nacional. O vídeo é de Resende-RJ, fone:(24)3354.1052 - Edição de Imagens Vídeo Produções - http://www.javideoproducoes.com.br/.


COMEMORAÇÃO


Como não poderia deixar de ser o IMAGENS E TEXTOS comemora com este vídeo as Olimpíadas de 2016. Os jogos olímpicos acontecerão no Brasil, na cidade maravilhosa:


RIO DE JANEIRO.

A música é de Antonio Carlos Jobim, edição Clovis Lima e vídeo Youtube.


sábado, 26 de setembro de 2009

ARTE E AGRICULTURA


Olhando para a foto acima ninguém consegue imaginar que se trata de uma imensa obra de arte ao ar livre.
Com a chegada do verão algumas plantações de arroz no Japão ganham um colorido todo especial. A comunidade de agricultores de Inakadate, na província de Aomori é uma das mais conhecidas por produzir os trabalhos mais impressionantes desta combinação de arte e agricultura.
Esse resultado é conseguido plantando mudas de folhas de cores diferentes que vistas a partir de uma determinada altura, transformam- se em lindos quadros nas plantações de arroz.
Veja as fotos da safra 2009 em Inakadate.










Os japoneses estão de parabéns!...
Mensagem recebida de um amigo , por e.mail.