quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

ERIK JOHANSSON

Um jovem sueco de 24 anos já esta sendo conhecido como manipulador de imagens, porque vem chamando a atenção do público com suas fotos-montagens criativas. Seu nome é ERIK JOHANSSON. Na verdade, ele fotografa algo do mundo real, para depois manipular a imagem, expressando nela a sua imaginação. Ele é um observador do mundo real à sua volta, mas nem sempre a sua fonte de inspiração vem da sua própria vida. Ele costuma olhar fotos na web, onde muitas vezes é inspirado com novas e surpreendentes idéias.

Aos 15 anos de idade Erik ganhou a sua primeira câmera fotográfica digital. Desde então vem modificando as fotos, de início como diversão, mas desde 2007 - data em que adquiriu a sua câmera fotográfica SLR - começou a manipular fotos comercialmente.

Suas fotografias distorcem a realidade, o jovem brinca com as imagens. Acredito ser a visão realista da imagem idealizada na mente de Erik o que mais encanta o público. Ou seja, ele dá um tom realista ao irreal, assim como fazia Salvador Dali (1904-1989), grande pintor surrealista espanhol do início do século XX. O pintor também fotografou, porém numa época desguarnecida de recursos técnicos. O surrealista catalão Salvador Dali é conhecido mundialmente por suas obras fantásticas e impossíveis. Porém, existe um lado de Dali pouco conhecido do público, que é o do fotógrafo experimental, trabalho em parceria com Philipe Halsman (anos 40). Para alcançar o resultado desse trabalho foram necessárias muitas tentativas sucessivas, na verdade houve uma coleção de fracassos. As fotos foram feitas sem nenhuma montagem ou truque, só podiam contar com a encenação da idéia - foi preciso muita paciência e inúmeras tentativas frustradas. Após cada erro era necessário limpar a água derramada no chão, acalmar os gatos, etc. Depois de 27 erros consecutivos Dali e Halsman, finalmente, conseguem o resultado desejado desta foto abaixo. Realmente, esse não foi um tempo fácil para se fazer fotografia surrealista.
Hoje a realidade é bem diferente. O jovem Erik esta aproveitando a nova tecnologia para expressar as suas idéias surrealistas, o que não ofusca em nada o seu gênio criativo. O jovem se utiliza de sua câmera Canon eos 40d, geralmente com lente 17-40/41. Seu computador possui um processador Intel i7, 6 gb ram com Asus Radion 4850 e um monitor Eizo 22". Quanto ao software ele utiliza parte do Vista 64-bit e Photoshop cs4, mas nenhum sofware 3d. Erik é um fotógrafo freelance sueco, e como manipulador, consegue transformar imagem em obra de arte surrealista. Ele não precisa limpar o chão, porque a encenação não deu certo, como fazia Dali nos anos 40, mas leva, em média, de 10 a 20 horas de trabalho para conseguir o resultado de uma só foto. Ele desenha um rascunho do resultado almejado, depois trabalha a fim de alcançar o que planejou, mas diz que sempre acaba obtendo um resultado diferente, porém compensador.

Erik é um estudante de computação, mas já é considerado uma ótima referência em manipulação de imagens. O jovem photoshoper considera o 3D fascinante, porém lamenta ainda não saber operar com ele. Ao que transparece Erik é um potencial em desenvolvimento, breve ele nos surpreenderá ainda mais.




















Espero que tenham gostado das fotos.

Você pode conferir a entrevista com Erik neste endereços:
http://abduzeedo.com.br/entrevista-com-o-manipulador-de-imagens-erik-johansson
http://www.bonstituriais.com.br/node/74

Endereços de Erik Johansson:
http://www.alltelleringet.com/
http://www.fotosidan.se/..../98073

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Festa da Laranja na Holanda














Quanta criatividade e imaginação!... A Holanda esta de parabéns!... Muito bonito mesmo, tomara que as pessoas tenham apanhado as laranjas, para ingerí-las, após a festa.

Espero que tenham gostado, abraços a todos, Ana Ligia.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Boas Festas!...


Bom Natal a todos!



Que o sino do Natal traga imensas alegrias!


Que Jesus os abençoe!



Que o Papai Noel atenda aos seus pedidos!



Coral de Gramado RS.

Árvore de Natal da Lagoa Rodrigo de Freitas - Rio de Janeiro - RJ.
Ela mede 82m de altura (equivalente a medida de um prédio de 27 andares). Esta decorada com 2,8 milhões de lâmpadas e holofotes - são 30 km de mangueiras luminosas - e possui jatos d'água, que lançam água a 20 m de altura.

Árvore de Natal da Lagoa da Pampulha - Belo Horizonte MG.
Foto de Auremar de Castro/uai Estado de Minas


Árvore de Natal de Manaus - Amazonas.


Árvore de Natal do Ibirapuera - São Paulo SP


Árvore de Natal do Ibirapuera São Paulo SP.
Foto de Alex Silva/Agência Estado
IMAGENS E TEXTOS registra um pouquinho do espírito do Natal: as árvores, os enfeites, o presépio, o papai noel, os corais, enfim, tudo aquilo que conhecemos e valorizamos nesta época do ano. Também é quando a fraternidade é lembrada e o amor universal é enfatizado. Deixemo-nos envolver nesse clima gentil, a fim de prolongá-lo durante o próximo ano de 2010, quando será possível expressar somente o melhor de nós mesmos.
Vamos vibrar amor todos os dias e receber de volta as vibrações otimistas, que nos fortalecem.
Aproveito o ensejo desta data para agradecer a todos que visitaram o IMAGENS E TEXTOS neste ano.



Boas Festas!
Abraços,
Ana Ligia.
Fotos: internet

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

VÍDEOS VARIADOS

IMAGENS E TEXTOS trouxe alguns vídeos para você. São vídeos variados, para todos os gostos.

A ave que dança com música egípcia é curioso - UNREGI STERED. O gato no garrafão é surpreendente, só vendo para acreditar no que ele faz - RTL DIVX, Gr Rinus. O circo - com Charlie Chaplin - 1928, é engraçado, confira você mesmo. O mágico e o coelho é um belíssimo trabalho de Walt Disney. Assim se dançava o rock - Rip it up, Owner - dá show num musical animado - Eanly Fitness Center - para aqueles que já dobraram o cabo da boa esperança, mas mantém o bom humor de sempre. Natal com Regina Casé e Robeto Carlos, traz um pouco de humor. Desenhando com as duas mãos, é surpreendente!!!... Mágica de Quarter Trick impressiona a platéia. Ilana Yahav - desenhando com areia - You've Got a Friend 2009. O pequeno filme é uma comédia: Mexeu com a minha mulher, mexeu comigo, muito bem feito. Wytwórnia Ayoy.

Espero que gostem. Abraços a todos,

Ana Ligia.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

CINEMA

IMAGENS E TEXTOS lembrou de trazer uma curiosidade a respeito do início do cinema, uma história curiosa! Espero que gostem. Vivemos uma época de transformações rápidas e constantes, nos distraindo a atenção com tantas novidades, que nos esquecemos de como tudo começou. Então, curtam essa história.

O cinema é uma ilusão de movimentos. A fita, com inúmeras fotos de instantes próximos, nos induz a interpretar os intervalos dessas fotografias, como sendo o movimento. Nossos olhos não diferenciam o movimento natural do movimento artificial. O cérebro humano faz a conexão inexistente entre as fotos estáticas, produzindo a ilusão de movimento, ou seja, vê o abstrato.
Não há uma data definida marcando o início do cinema, pois sempre houve a vontade de criá-lo. Sabemos que aqueles que o iniciaram, ou contribuiram de alguma forma para isso, foram os ilusionistas (mágicos), os curiosos e os oportunistas, que visavam conquistar bons negócios. De início, os homens de ciência não se interessaram pela novidade, pois acreditaram que o cinema seria uma continuação da fotografia, no sentido documental. Ilusionistas como Reynauld e Méliès, e industriais desejosos em tirar proveito da "fotografia animada" - como Edison e Lumière - vislumbraram uma oportunidade no cinema, como uma modalidade nova de espetáculo.
O público ficou maravilhado, o século XIX viu multidões encherem as salas escuras de projeções. Eram exibidas sombras chinesas ou fotografias, animadas ou não. Essas salas de projeções ganharam nomes diversos: phantasmagoria, lampascope, panorama, betamiorama, cyclorama, cosmorama, giorama, typorama, etc.
O início do cinema se deu com um processo de tentativas - erros e acertos - por mais ou menos duas décadas.

O cinema, como um novo sistema de expressão, conseguiu se impor ao ganhar forma industrial, constituindo um mundo paralelo ao da cultura oficial. Ele ganhou várias modalidades de espetáculos derivadas do circo, do carnaval, da magia, da pantomima, da feira de atrações, das aberrações, etc. As lentes de Le Roy, Edison, Paul, Skladanowsky e dos Lumière mostravam um mundo de variações constantes entre o elevado e o baixo, o sagrado e o profano, o masculino e o feminino. No início os filmes eram mostrados como curiosidades nos intevalos de apresentações de circos, feiras ou em carroças. Posteriormente, até os anos 60, eram exibidos em zonas suburbanas ou rurais, e em cidades pequenas do interior dos países economicamente atrasados. Nos grandes centros urbanos dos países industrializados a exibição de filmes se concentrou nas casas de espetáculos variados, onde também se podia comer, beber e dançar: Music-Halls na Inglaterra; Café-Concerts na França; Vaudevilles ou Smoking Concerts nos Estados Unidos. O cinema era mais uma atração entre outras oferecidas na época. Os filmes tinham duração de segundos, nunca ultrapassavam cinco minutos de exibição. A primeira década do cinema não possuía uma linguagem apropriada, sendo necessário uma explicação de um apresentador.
No período de 1895 até meados da primeira década do século XX os filmes registraram os números apresentados nas casas de espetáculos variados, ou contos de fadas, pornografia, etc. Eram classificados como "paisagens", "notícias", "incidentes", "mágicas", etc. O conteúdo dos filmes mostravam cinismo, perversão, e ainda ridicularizavam a autoridade com a inversão de valores morais. O grande herói desse período foi Charlie Chaplin com seus pequenos filmes, mais especificamente "O Vagabundo". Mais tarde, quase 20 anos depois, ele reaparece com o seu personagem Carlitos.

O público do cinema iniciante consistia de pessoas pobres, porque o cinema não refletia as aspirações da camada mais politizada, formada por operários do século XX (classe organizada em partidos e sindicatos).
As casas de diversões mostravam filmes com mulheres de maiôs colantes ou com roupas íntimas, em gestos provocantes. Nos Estados Unidos houve uma reação furiosa na virada do século, levando o governo a proibir as películas destinadas aos quinetoscópios. A guerra ao cinematógrafico chegou a um nível insuportável, forçando os industriais que investiam no setor, e uma minoria burguesa que atuava como: fotógrafo, cenógrafo, roteirista e diretor, a mudarem a realidade.
Buscou-se então um novo público, mais favorecido economicamente e com tempo disponível para assistir aos filmes, ou seja, a burguesia e a classe média.
Essa busca levou ao desenvolvimento de uma nova linguagem, os realizadores buscaram no romance e no teatro o modelo para o cinema. O diretor David W.Griffith levou à tela muitos escritores como Shakespeare, Dickens, Eliot, etc. O primeiro gênero tentado pelo cinema foi o "film d’art", um modelo da França. O gênero nasceu em 1908, com a estréia em Paris, do primeiro filme da companhia Films d’Art - L’assassinat du duc de Guise. Mas esse gênero de filme não conseguiu se impor como forma dramática autônoma, no sentido erudito do termo, e da eloqüência de outras formas expressivas (sobretudo o teatro). David W.Griffth, com seus dramas psicológicos de fundo moral, realizados no período em que esteve a serviço da Biograph, apontou para a direção de maior sucesso.Os vícios e os delírios do cinema anterior, embora constando ainda da tela, passaram a ser mostrados numa perspectiva salvacionista: o mal continuou sendo representado na tela, porém realçando o lado oposto, iluminado, o da virtude.
Assim foi o início do cinema, tão desejado e idealizado por muitos.

Bibliografia recomendada:
MACHADO, Arlindo – Pré-cinemas & pós-cinemas. Campinas/SP:Papirus, 1997.
SABADIN, Celso – Vocês ainda não ouviram nada. A barulhenta história do cinema mudo.São Paulo: Lemos Editorial, 1997.
COSTA, Flavia Cesarino. O primeiro cinema. São Paulo: Scritta, 1995.
XAVIER, Ismail – O Discurso Cinematográfico: A Opacidade e a Transparência. Paz e Terra: RJ, 1977.


Fotografia: iternet.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

eco4planet e a Arte de viver bem


Olha aí pessoal, existe uma Arte que não pode passar despercebida. Trata-se da Arte de viver bem. Mas é preciso viver bem conosco mesmos, com as outras pessoas e com a natureza em geral. Afinal, estamos todos interligados, residindo no mesmo planeta. A Terra é um planeta pequeno, e ao que tudo indica não temos vizinhos - mundos habitáveis ao nosso redor - para onde fugir se a coisa apertar por aqui. É hora de nos conscientizarmos de que este é o momento de fazer a nossa parte, a fim de ajudar a reverter os estragos que fizemos na natureza. Ou então, não teremos para onde ir, quando a Terra não oferecer mais condições de moradia. Apresento, a quem ainda não conhece, o site eco4planet. Ele utiliza o sistema Google™ Pesquisas Personalizadas. Ele acredita que pequenas ações diárias podem gerar economia de energia, resultando em menores gastos e vários outros benefícios.
Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores de acordo com o número de acessos ao portal. Você pode acompanhar o contador de árvores na página principal. Então não fique inerte, clic no site ecológico para ajudar a plantar mais árvores, colaborando com o meio ambiente.
http://www.eco4planet.com/pt/
O eco4planet informa maneiras criativas e úteis de ajudar no processo de reequilíbrio ecológico do planeta. Veja esta boa idéia:

Para excluir as tintas da etapa de fabricação das latinhas de bebidas, o designer Harc Lee projetou uma embalagem especial. Ela utiliza o próprio alumínio para criar um relevo, capaz de projetar a marca sem precisar imprimir absolutamente nada. Além de chamar a atenção dos consumidores, essas latinhas ajudam a reduzir os impactos ambientais causados pelo processo de coloração.O criador do projeto informa ainda, que essa técnica ajudará a diminuir os gastos com energia e facilitará o processo de reciclagem – já que não será necessário separar a tinta do alumínio - ou seja, serão salvas uma quantidade enorme de energia e de tinta, necessárias para fabricar latas coloridas. Em vez de tintas tóxicas, os fabricantes processarão o alumínio em uma máquina de prensagem, identificando a marca na superfície na lata”, conta Lee. Com essa idéia simples, o designer pretende reduzir o uso de produtos tóxicos, economizar recursos naturais e promover a consciência ambiental junto aos consumidores. Apesar disso, ele não informa quando o produto deixará de ser um protótipo e ir para as prateleiras dos supermercados. Os interessados podem entrar em contato pelo site ou pelos e-mails: info@7760.org (imprensa) e ryan@7760.org (comercial).
Os apaixonados por motocicletas que se preparem. A Mavizen acaba de apresentar seu novo projeto – a superesportiva Mavizen TTX02. Totalmente elétrica, essa moto de tirar o fôlego foi construída em cima do chassi da KTM RC8 e possui um sistema Linux com conexão a internet via Wi-Fi. Com seus motores elétricos ela é capaz de chegar a 210 km/h, com 65 km de autonomia.
Os dois motores têm uma potência de pico de cerca de 100hp e puxam a eletricidade de uma bateria de lítio-íon. Serão oferecidos três tipos diferentes de baterias, a maior delas com capacidade de 11kWh.
Além do design arrojado e da tecnologia verde, a TTX02 possui recursos de última geração. Entradas USB possibilitam a instalação rápida de qualquer acessório periférico e quando conectada à internet a moto poderá requisitar suporte técnico a qualquer momento. Seu painel com uma tela de LCD permite ainda acesso à Web pela conexão Wi-Fi. Já imaginou visitar o site do EcoD enquanto espera a bateria recarregar?
Os interessados em adquirir uma dessas já podem fazer a reserva. Pela bagatela de £25 mil, esses compradores poderão desfrutar de uma TTX02 a partir de março de 2010, quando as unidades começarem a ser entregues aos seus donos.
Especificações Técnicas da Mavizen TTX02:
Peso Seco: 110 kg sem as baterias
Altura do assento: 805 mm
Entre-eixos: ,430 mm
Cáster: 23.3°Trail: 90 mm
Suspensão dianteira: WP-USD, 43 mm
Curso da suspensão dianteira: 120 mm
Suspensão traseira: WP-Monoshock
Curso da suspensão traseira: 125 mm
Pneu dianteiro: 120/70-17
Pneu traseiro: 190/55-17
Freio dianteiro: Duplo disc. Brembo / 320 mm
Freio traseiro: disco Brembo / 220 mm
Espero que você tenha gostado desta matéria, o site eco4planet tem muitas informações criativas e úteis para você. Se desejar, deixe o seu comentário, informe sobre o que você gostaria de ler neste site. Abraços a todos, Ana Ligia.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Arte de Rua

Estátuas Vivas




Julian Beever
Julian Beever é um artista inglês, que faz desenhos bem humorados nas calçadas, usando giz pastel. Seus desenhos causam ilusão de ótica e parecem reais.